Por que o ser humano é imbuído de uma coisa chamada curiosidade? Por que isso, às vezes, funciona, como uma mola propulsora? Por que a curiosidade simplesmente não dá e passa? Por que a curiosidade não é nunca plenamente saciada? Acho que essa nem Freud explica!
Deveríamos ter um sensor chamado “memória recente” talvez, que deveria ser automaticamente desativado quando um relacionamento chegasse ao fim. Dessa forma seríamos poupadas de um sofrimento ‘desnecessário’. Há os que dizem que aprendemos com a dor, com o sofrimento. Mas que aprendizagem mais masoquista! Remoê-la não parece ser a melhor “medicação”, mas menos ainda varrê-la para debaixo do tapete. O que fazer então com essa dor de amor que é tão incômoda a ponto de não ter solução aparente para ela? Também há aqueles que dizem que dor de amor se cura com um novo amor. Só esquecemos de um pequeno (?) detalhe: o coração é burro! E agora? Como educá-lo? Para mim, definitivamente, razão e emoção não andam juntos, pelo contrário, vivem em conflito constante.
Nos decepcionamos e nos frustramos com um relacionamento que não deu certo. Sofremos e questionamos os motivos para para o término e quais foram os erros, para não cometê-los outra vez. Mas, a bem da verdade é que basta nos apaixonarmos de novo e aí o botão “restart” se ativa. Os erros? São aqueles em que insistimos em ‘praticar’ (ou quem prefira, ‘aperfeiçoar’) em todo novo relacionamento na tentativa de que dessa vez dê certo...
Deveríamos ter um sensor chamado “memória recente” talvez, que deveria ser automaticamente desativado quando um relacionamento chegasse ao fim. Dessa forma seríamos poupadas de um sofrimento ‘desnecessário’. Há os que dizem que aprendemos com a dor, com o sofrimento. Mas que aprendizagem mais masoquista! Remoê-la não parece ser a melhor “medicação”, mas menos ainda varrê-la para debaixo do tapete. O que fazer então com essa dor de amor que é tão incômoda a ponto de não ter solução aparente para ela? Também há aqueles que dizem que dor de amor se cura com um novo amor. Só esquecemos de um pequeno (?) detalhe: o coração é burro! E agora? Como educá-lo? Para mim, definitivamente, razão e emoção não andam juntos, pelo contrário, vivem em conflito constante.
Nos decepcionamos e nos frustramos com um relacionamento que não deu certo. Sofremos e questionamos os motivos para para o término e quais foram os erros, para não cometê-los outra vez. Mas, a bem da verdade é que basta nos apaixonarmos de novo e aí o botão “restart” se ativa. Os erros? São aqueles em que insistimos em ‘praticar’ (ou quem prefira, ‘aperfeiçoar’) em todo novo relacionamento na tentativa de que dessa vez dê certo...
1 comentários:
Nossa, tem tudo a ver com o que vou postar! rs. Aguarde!!! hehehe.
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