Fico pensando bem em quais são os meus critérios. E penso e lamento em não conseguir - ainda - ultrapassá-los. Se eu não gosto, por exemplo, do comportamento "infantilizado" ou do comportamento quase desesperador de "eu sou um bom moço, acredite em mim", que culpa tenho eu? Simplesmente não gosto e pronto.
Uma coisa que eu tenho certeza é que não vai ser fácil me levar no bico. Eu não me convenço fácil, desconfio fácil e não aceito fácil. Me subjulgar? Nunca. Pode o céu desabar e toda a terra tremer, eu não fico subjulgada, eu não nasci para isso. E é engraçado ver as tentativas desesperadas dos homens em fingir que não irão fazer isso. Sabe o que me irrita? Tentarem se IMPOR em mim. Tava teclando com um carinha esses dias e o cara INSISTINDO para que eu ligasse a webcam, queria ver foto... decerto para saber se sou comível. Quando isso acontece eu simplesmente CORTO papo. Tá pensando que sou um pedaço de carne que deve ser visto para começar a conversar? Vá para a puta que pariu, rs. Comigo não.
Não é questão de ser uma romântica incorrigível, daquelas que espera ser conquistada primeiramente para depois ser devorada como uma mulher das cavernas. Mas acho que um pouco de criatividade faz toda a diferença. Não é assim chegar e falar as mesmas coisas de sempre, tentar usar a mesma cantada em cima de mim da que usou para uma qualquer que conheceu num bar de terceira categoria. Não é achando que sou como as outras, que tenho pressa de me "dar", que sou fútil e descartável. Se eu percebo isso (geralmente percebo nos primeiros minutos de conversa) eu já corto o papo.
Fala sério. Não é bem melhor sonhar com um ginecologista encantador, de barba feita, cheirando a XS ou Armani, dono da própria vida, sem sogra por perto ou ex ou filho com pensão para pagar? Que culpa tenho eu de ter pelo menos um certo critério?
1 comentários:
Minina... vc leu meus pensamentos novamente.... vou modificar meu post! rs
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